terça-feira, 11 de outubro de 2011

Sistema Linux completa 20 anos auxiliando na inclusão digital

Em entrevista exclusiva para o Serpro, o diretor executivo da Linux International, Jon “Maddog” Hall, fala sobre o papel do software livre na inclusão digital de 5 bilhões de pessoas.

No dia 5 de outubro de 1991, Linus Torvalds anunciou a primeira versão oficial do “Linux”, formado da junção do seu nome com o sistema Unix. Linus era um estudante de ciência da computação que estava desenvolvendo um sistema mais poderoso que o minix (uma versão gratuita do unix, que programadores experientes podiam modificar).
Para divulgar sua ideia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (um antecessor da internet). Linus não tinha a intenção de ganhar dinheiro e, sim, fazer  um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento adotado foi o de ajuda coletiva. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.

Atualmente, existem cerca de 2 bilhões de usuários da internet no mundo e, portanto, mais de de 5 bilhões de pessoas excluídas digitalmente. Maddog afirmouxplicou, em entrevista por e-mail, que o GNU/Linux pode rodar em computadores antigos como Intel 386/486 (embora versões antigas do Pentium sejam preferíveis) que seriam mais acessíveis a uma população de baixa renda.
“Mesmo que existisse o sistema proprietário para estas máquinas, estes usuários não poderiam pagar pela licença legal deles, portanto estas máquinas estão abertas a vírus e outros ataques de internet. O Linux, mesmo nestes computadores antigos, possui a mesma assistência técnica e características de segurança das máquinas mais modernas com GNU/Linux.”, explicou Maddog.
Hugo e Vitor

sábado, 8 de outubro de 2011

Porque Usar a Internet no Seu Negócio

Hoje em dia, a informação é muito variada sobre a web e algumas pessoas têm mais informação do que outras. Logo abaixo será mostrado o básico sobre internet e negócios.


Se você não sabe nem entende nada sobre negócios online, vai ter uma boa base aqui. Se você já está envolvido com a web, então pode ser que não encontre muita novidade, mas mesmo assim sempre é válido relembrar os pontos básicos.


1 – Potencial BILIONÁRIO

Isso mesmo, o potencial da web é bilionário. Bilionário em tudo: em pessoas, em negócios, em vendas, em dinheiro. Todos os dias 1,5 Bilhão (ou mais) de pessoas acessa a internet para fazer alguma coisa.

2 – Alcance INTERNACIONAL

Da sua mesa de trabalho, com o seu computador, você tem acesso ao mundo inteiro. Todos os idiomas, lugares, pessoas, informações, etc. Tudo isso ao alcance dos seus dedos.

3 – Disponibilidade de INFORMAÇÃO

100% das pessoas que acessam a internet todos os dias estão em busca de uma única coisa: INFORMAÇÃO. Querem saber coisas, histórias, notícias, acontecimentos, segredos, etc. As pessoas buscam produtos, serviços, idéias, etc. De uma forma ou de outra, tudo isso é INFORMAÇÃO.
E quem tiver informação (valiosa) para oferecer ganhará muitíssimo dinheiro. Quer um exemplo? GOOGLE. O Google, com seu “sitezinho” simples, sem vídeos, sem apresentações em flash e literalmente sem frescura, se tornou um fenômeno e hoje opera em todo o mundo. O quê ele oferece mesmo? Ah! Informação.

4 – Baixo CUSTO

Os custos para iniciar um negócio online são extremamente baixos. Com R$ 500 a R$ 1.000, você já inicia um negócio de primeira qualidade online (se souber onde estão os melhores atalhos, ferramentas e cursos, é claro, mas vou lhe passar essas dicas mais tarde), enquanto que um negócio de “tijolo e cimento” lhe custa milhares ou dezenas de milhares de reais para se iniciar. Então, o custo para se operar online é baixíssimo.

5 – Baixo RISCO

Se o seu custo é baixo, o seu risco também será baixo. Imagine que você invista R$ 1.000 para iniciar o seu negócio na internet e, numa hipótese absurda, você quebre nos primeiros 3 meses. Ok, você perdeu mil reais e a vida continua. Agora, imagine investir 200 mil em uma franquia, jogar 2 anos de energia, esforço e tempo e o negócio quebrar… Bem, isso poderia lhe custar a vida (ex: um infarto). Então concluímos que os riscos de um negócio online são muito baixos.

6 – Baixo INVESTIMENTO DE TEMPO

Atualmente, existem sistemas e ferramentas online muito baratos ou gratuitos que possibilitam automatizar 90% de certas tarefas relacionadas ao trabalho online. Dessa forma, você produz mais com menos esforço da sua parte. Tudo o que é necessário é configurar tudo uma vez e pronto.
7 Existem “zilhões” de outros fatos e é impossível colocá-los todos aqui

Gabriel e Murilo

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Games não aumentam a violência, diz estudo

Uma pesquisa feita pela Universidade de Villanova, nos Estados Unidos, apontou que os jogos, sozinhos, não aumentam a violência. O foco não é a violência dos jogos, é a personalidade da pessoa que está jogando.
Em outra comprovação da pesquisa, o que mais influencia as pessoas com personalidades mais agressivas não é a violência dos jogos e sim a competição.
Alguns dados sobre pesquisa de violência nos jogos:
- Jogos relaxantes podem fazer as pessoas ficarem mais simpáticas e felizes;
- Meninas entre 11-16 anos podem se beneficiar com os videogames (de acordo com a idade) se for jogado com os pais, tornando-se mais conectadas à família.
De acordo com David Gorelick, do instituto nacional de abuso de drogas de Baltimore (EUA), não se tem conhecimentos e dados suficientes para saber o que pode levar um jogador de videogames a se tornar um viciado.


Ellen M. Kurokawa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A Internet nos negócios comunicacionais e o Marketing interativo

O mercado comunicacional evoluiu. Mudanças nos meios de informação trouxeram rapidez e a diminuição de custos influenciou no comportamento do público. Estes fatores se tornaram fundamentais para o avanço no acesso. Novas mídias surgiram e o Marketing direto passou a ser mais efetivo, pois seus usuários possuem o poder de opinar diante ao conteúdo exposto.

A Internet abriu um novo campo para a comunicação e é responsável pelas suas principais mudanças. A linguagem digital e a informação on-line causam o impacto da interatividade, onde dificilmente há passividade e tem-se uma estratégia diferenciada. Grandes empresas encontram na rede um meio de visibilidade para as suas marcas, além da possibilidade de reconhecimento.

Este ambiente de negócios gera competitividade e a busca pela inovação aumenta cada vez mais. Entre tantos benefícios, a evolução na comunicação trouxe a rapidez necessária e a facilidade de acesso ao meio informativo. O Marketing eletrônico gera o fator diminuição de custos tanto para o profissional da área comunicacional, como para o seu público, causando uma afinidade maior na relação entre ambos, podendo assim, gerar o fator fidelidade.

O conteúdo divulgado na Internet pode ganhar grandes proporções em um curto período de tempo, desta forma, há uma preocupação das empresas quanto ao que será publicado, pois além da credibilidade, a imagem também expõe-se à julgamentos. Porém, tomando os cuidados corretos, os empreendedores que adotarem as mídias sociais como estratégia de Marketing só têm a ganhar com a aproximação do cliente à sua marca.

A Web permitiu à comunicação a obtenção do resultado imediato e o compartilhamento de informações, trazendo a efetividade da interação nas estratégias de mercado. A inovação torna-se um fator primordial para as empresas e a proximidade entre marca e cliente passa a existir de forma natural. Trata-se da evolução da informação e os seus novos meios.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/mercadonoar/mercado-no-ar/artigos/2011/03/22/BLG,7862,47,649,MERCADONOAR,1467-A-INTERNET-NEGOCIOS-COMUNICACIONAIS-MARKETING-INTERATIVO.aspx

Gabriel e Murilo

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Software livre responde por menos de 3% do mercado brasileiro

Presidente da ABES critica postura do governo brasileiro na defesa dessa modalidade e aponta que isso não traz resultados macroeconômicos
Um estudo realizado pela IDC e divulgado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) mostra que, em 2010, a participação do software livre no mercado nacional foi de apenas 2,95%, movimentando o equivalente a US$ 500 milhões.
Entre as justificativas para a baixa adoção do software livre no País está a falta de penetração entre as empresas brasileiras. O presidente da ABES, Gérson Schmitt, ressalta que os empresários acreditam que o uso da modalidade (software livre) não produz inovação, demanda mais mão de obra e remunera menos toda a cadeia produtiva.
O estudo aponta também que o setor de software e serviços no Brasil movimentou cerca de US$ 19,04 bilhões em 2010, o que representa um aumento de 21,3% sobre o ano anterior. O crescimento foi bastante acima do mercado mundial, onde o segmento teve um avanço de apenas 0,5% no período.
Ainda de acordo com os dados coletados pela IDC, 70% de todo o software consumido no País é importado. Já as exportações de soluções e serviços desenvolvidos no País atingiram os US$ 420 milhões, com aumento de 15,7% em relação a 2010.
Dados da ABES indicam que, hoje, existem cerca de 8,5 mil companhias de software no País, sendo que 94% delas estão enquadradas no perfil de micro e pequenas empresas.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/software_livre_responde_por_menos_de_3_do_mercado_brasileiro

Hugo e Vitor

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Instalando softwares livres no Windows

Você sabia que pode fazer download de CDs com coleções de softwares em código aberto prontos para instalar livremente em micros com Windows?
Normalmente oferecidas como um arquivo em formato de imagem de disco, você pode transferi-las para CD ou DVD com o auxílio de seu programa preferido de gravação e aí usá-los para instalar livremente os softwares onde preferir – incluindo na substituição de equivalentes piratas nos computadores de estudantes, pequenas empresas e outras categorias de usuários em que o orçamento de TI pode ser insuficiente para os equivalentes proprietários.
OpenDisc
A proposta do OpenDisc é oferecer software de código aberto e alta qualidade para Windows, e ele a cumpre trazendo versões atualizadas regularmente e prontas para instalar de uma série de aplicativos para produtividade, multimídia, Internet e utilitários, além de jogos – tudo em código aberto.
Entre os aplicativos incluídos no OpenDisc podem ser encontrados vários nomes conhecidos do público em geral, tais como OpenOffice, Notepad2, PDFCreator e Firefox.
CyanCD
Outra alternativa é o brasileiro CyanCD, distribuído na forma de uma imagem ISO para download e gravação em um CD comum e contendo os arquivos de instalação de grande variedade de aplicativos e utilitários de código aberto.
Iniciado em 2006 e distribuído como “brinde oficial” em bom número de install fests e outros eventos de código aberto voltados ao público em geral no Brasil, em seus primeiros anos de atividade o CyanCD não adotava o critério de incluir apenas softwares livres (com disponibilização do código-fonte e permissão para distribuição inclusive de versões modificadas), mas sim aceitava qualquer software cuja licença permitisse a livre redistribuição do original.
Outras opções
OpenDisk e CyanCD oferecem conjuntos pequenos, incluindo apenas softwares considerados adequados – quanto a funcionalidade, qualidade, atualização, etc. – pelos curadores das respectivas coleções.

fonte: http://www.techtudo.com.br/platb/linux/2011/01/12/instalando-softwares-livres-no-windows

Hugo e Vitor

23/09/2011 - Software Livre - O Futuro incerto do Sistema Operacional Bada



Pouco se fala do sistema operacional Bada, criado pela Samsung como alternativa ao Android, baseado em Java, este sistema esta disponível em uma linha desta empresa, denominada Wave.
Agora corre o boato de que este sistema será disponibilizado como open source, totalmente livre para modificações e estudos.
Porém caso esta isto se torne realidade duas coisas poderão ocorrer:
1 - o sistema pode ser alterado e se tornar uma real concorrência ao iOS da Apple e Android, caso for adotado por muitas empresas de telefonia móvel e pelos desenvolvedores.
2 - caso essa adoção não ocorra, o sistema pode cair em desuso e desatualizado, e muito provavelmente os aparelhos que utilizam este sistema poderão se tornar atrasados em relação as novas tecnologias que surgirão.




Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/09/samsung-pretende-tornar-bada-um-sistema-operacional-open-source-em-2012.html
http://www.ticnologia.pt/noticias/software/sistema-operativo-bada-ira-ser-disponibilizado-para-open-source.html

Hugo e Vitor