sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Qual a importância da internet para seu negócio?

Com seu desenvolvimento, a web deixou de ser somente uma grande enciclopédia. Quem vivenciou esse desenvolvimento, ou pelo menos se informou sobre tal fenômeno, percebeu que aquela grande enciclopédia digital já não satisfazia seus usuários. Além de receber conteúdo, os usuários passaram a se interessar pela oportunidade de também produzir conteúdos para a rede que estava em crescente expansão.
Este fenômeno resultou no surgimento da famosa Web 2.0. Além da produção de conteúdo, todos os usuários começaram a se relacionar entre si, contribuir para a geração de conhecimento e, no caso dos empreendedores, perceber um bom cenário para por em prática suas ideias sobre novos negócios.
O e-commerce surge num cenário de nichos muito específicos e de consumidores cada vez mais exigentes por qualidade, praticidade e bons preços. A possibilidade de disponibilizar seus produtos numa loja virtual oferece para aqueles que possuem ou não estabelecimentos físicos a oportunidade de aumentar suas vendas e lidar com seu público-alvo de uma forma mais direta.
A chance que a internet oferece de mensurar qualitativamente o retorno dos investimentos é uma das grandes vantagens sobre outros meios. Mais do que números, os usuários são indivíduos com gostos distintos, objetivos diferentes, formas de pensar muito pessoais, mas possuem um ponto em comum: se interessam de alguma forma pelo seu produto.
Aí está a grande vantagem do e-commerce. É fazer com que o negócio tome o formato que o cliente espera, resultando em aumento de vendas e satisfação por parte dos consumidores. 

Fonte: http://www.e-commercetotal.com.br/qual-a-importancia-da-internet-para-seu-negocio/

Gabriel e Murilo

7 tendências para novos negócios na internet

O Brasil encerrou o último ano com 23 milhões de e-consumidores. O número é expressivo, mas tende a crescer a ainda mais nos próximos anos.
Com o potencial aumento do acesso à banda larga e a popularização de smartphones que se conectam à internet, mais e mais brasileiros devem recorrer à praticidade da internet para atender suas necessidades do dia-a-dia.
Para os empreendedores, isso significa oportunidade. Quem souber detectar as tendências e oferecer o que os consumidores estão procurando, poderá se dar muito bem.
Com a ajuda de três especialistas - Gerson Rolim, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico; Pedro Zanni, da Business School São Paulo; e Marcos Hashimoto, do Centro de Empreendedorismo do Insper - identificamos áreas com potencial de crescimento e oportunidades para novos negócios na internet. Confira:

1- E-commerce personalizado

Com a oferta de serviços de hospedagem que podem ser contratados sob demanda a custos acessíveis, as lojas virtuais tendem a se tornar ainda mais populares. O segredo para não bater de frente com gigantes como o Submarino e a Americanas.com é investir em nichos bastante específicos.
É o caso da Café Store, especializada na venda de café e utensílios para preparar e servir a bebida pela internet. Oferecendo um mix de produto diferenciado e alto padrão de serviço, quem apostar na segmentação tende a conquistar uma clientela fiel.

A mesma regra vale para os sites de compras coletivas. O momento para investir no grande público já passou, uma vez que há mais de 1 mil sites do tipo operando no país. Mas quem conseguir encontrar um filão negligenciado pelas ofertas gerais, pode garantir a sobrevivência do seu negócio.

2- Serviços offline

A venda de serviços através da internet é outra área promissora. A febre das compras coletivas ajudou a educar o consumidor brasileiro a comprar na internet serviços que vai utulizar fora dela - como refeições, massagens, tratamentos estéticos e etc.
A mudança de comportamento abre espaço para que outros bens "imateriais", como seguros e crédito, sejam comprados pela internet. E não precisa ser o próprio prestador o responsável por levar os serviços para a web.
Na Inglaterra, por exemplo, as plataformas de comparação de preços de seguros na internet, como Go Compare, Compare the Market e Money Supermarket constituem um modelo de sucesso.

3- Serviços baseados em redes sociais

Cada vez mais as redes sociais se configuram como porta de entrada para o internauta na web. É partir de sites como Facebook e Twitter que ele interage com amigos, troca mensagens, agenda compromissos, joga e lê notícias, entre outras coisas. Por isso, a migração de serviços para dentro das redes sociais é uma forte tendência a ser explorada.
Um exemplo brasileiro é a ferramenta Rsvpbook, que permite que o internauta faça reservas em restaurantes e bares a partir do Facebook.
A integração do e-commerce a esses plataformas também vem ganhando força. Um exemplo é o site de compras coletivas Clube do Desconto, que já permite que os clientes façam compras diretamente a partir da sua página na rede social.

4- Livros eletrônicos

Os e-books, como o Kindle, e os tablets estão fomentando o crescimento do mercado livros eletrônicos. Embora os grandes varejistas virtuais já estejam de olho neste mercado, há espaço para as pequenas empresas que forem ágeis e criativas para investir no setor.
A Alphagraphics, por exemplo, criou a loja virtual agbook, que permite a qualquer autor publicar um livro online e decidir quanto ele vai custar. Ele fica disponível na plataforma para ser impresso sob demanda quando o comprador fechar o pedido.  O Clube de Autores oferece um serviço similar a autores e leitores.

5- E-learning

O modelo de educação a distância já é tradicionalmente explorado na oferta de cursos profissionalizantes, de graduação e até pós-graduação mas há espaço para opções mais criativas, como aulas de culinária, maquiagem e até ginástica. Nos Estados Unidos, sites como o Gymamerica já oferecem programas virtuais de treinamento, com instruções para exercícios e dietas personalizadas.
Com a ajuda de uma webcam, é possível até receber feedbacks do professor virtual. O modelo pode ser aplicado a diversas modalidades de cursos. No Brasil, o Descomplica utiliza a tecnologia para dar aulas de preparação para o vestibular.

6- Geolocalização
Com a popularização dos smartphones, cada vez mais os usuários tornam-se rastreáveis a partir de seus dispositivos móveis. Ferramentas como o Foursqaure já exploram a geolocalização, permitindo que os usuários divulguem onde estão por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter.
Quem souber explorar este recurso para oferecer produtos e serviços personalizados de acordo com a localização e padrão de movimentação dos usuários tende se dar bem. Um exemplo é a americana Zipcar, que oferece serviço de compartilhamento de veículos e usa a tecnologia para possibilibilar que o usuário rastreie o carro mais próximo disponível através de um celular conectado à internet.

7- Leilões online

Com pouca regulamentação no país, sites de leilões, como o Olho no Click se multiplicam. São plataformas que oferecem desde eletrônicos até apartamentos, tudo a preços muito baixos. A ideia é manter o leilão em um patamar bem inferior ao preço do bem - a plataforma lucra com os créditos comprados para que o usuário possa dar lances.
O modelo principal é o site alemão Swoopo. Embora não esteja esgotado, como o mercado de compras coletivas, o segmento requer cuidados, já que há muita gente de olho no modelo. A dica para quem quer se dar bem é ter bons fornecedores para ofertar produtos atrativos aos usuários.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/7-tendencias-para-novos-negocios-na-internet-06042011-3.shl

Gabriel e Murilo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jogar videogame de forma moderada pode fazer bem ao cérebro

Segundo o neurocientista da Unicamp Fernando Cendes, os jogos estimulam várias áreas do cérebro e intensificam a atividade no sistema nervoso central, e a forma como o cérebro age diante de um game é semelhante à forma como age no desempenho de ações cotidianas, como ver televisão, andar, dirigir, fazer escolhas ou trabalhar.
Cendes acrescenta que o caso do chinês que morreu após ficar jogando por 3 dias, pode ter sido causada  em decorrência de problemas de coração, possivelmente provocados por trombose e embolia (bloqueio de uma artéria), após o gamer permanecer 72 horas numa única posição. Em uma situação em que o chinês ficou sem comer e sem dormir direito.
O uso moderado não traz prejuízos à saúde, pelo contrário, pode trazer benefícios principalmente para crianças e adolescentes. Entre eles estão melhora na coordenação motora e nos reflexos diante de várias situações. 


Ellen M. Kurokawa.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Quais as vantagens de se usar uma distribuição Linux?

Esse artigo mostra de forma simples as vantagens de usar o GNU/Linux.
As vantagens mais conhecidas são ser grátis e de código fonte aberto. Além dessas, enumero outras que nem todos conhecem e que podem pesar bastante na hora de escolher sua plataforma.
Live-CD/Live-Pendrive – Um dos diferenciais mais marcantes do GNU/Linux é o uso do Live. Com o Live-CD ou o Live-Pendrive, você dá “vida própria” à sua máquina. Não é preciso instalar o sistema operacional para que ela funcione. Dessa forma, você poderá baixar e testar várias distribuições até que encontre aquela que melhor se adapte ao seu perfil.
Não fique parado aguardando a instalação – Tendo provado e aprovado a distribuição, você certamente vai querer usufruir dos benefícios oferecidos e resolvendo instalar o sistema operacional em seu computador, perceberá que diferentemente dos outros, é possível iniciar a instalação e simultaneamente, continuar a utilizar sua máquina, sem necessidade de parar suas atividades.
Facilidade de uso – A interface é amigável e tanto os usuários novos quanto os que já utilizam outros sistemas operacionais não tem dificuldades em reconhecer ícones e menus apresentados, adaptando-se rapidamente. A instalação de softwares fica bastante facilitada pois o reconhecimento dos drivers é quase sempre automático.
Uso democrático – Máquinas mais antigas não são consideradas obsoletas. O desenvolvimento de novos aplicativos que atendam as restrições de equipamentos que não sejam de última geração, aumenta a vida útil do computador.
Possibilidade de escolher a interface gráfica – No mundo do GNU/Linux, existem vários ambientes gráficos. Cada um tem um propósito, os mais conhecidos são o KDE, Gnome e XFCE.
Repositórios – São locais onde encontramos uma lista de programas desenvolvidos para GNU/Linux. Esses programas estão garantidos pelos responsáveis pela distribuição, ou seja, se ele está na lista, quer dizer que o programa é confiável para instalação. 
Vírus, trojans, malwares e outras pragas – Antes que alguém pergunte se existe algum desses males para GNU/Linux, a resposta é SIM, porém, é mais difícil ser infectado devido à sua configuração de segurança e acesso.
Segurança – O GNU/Linux por natureza é um Sistema Operacional seguro mas não podemos esquecer que ainda não inventaram um Sistema anti-usuário, ou seja, aquele que prevê e impede todas as possíveis besteiras que nós usuários possamos fazer quando estamos num dia de azar ou no mundo da lua. Então, onde está a segurança? No Linux, o próprio Kernel já tem um firewall, mas você pode instalar outras ferramentas de segurança e claro, anti-vírus também. Porque não?

Você pode começar a testar algumas distribuições GNU/Linux como o Ubuntu (http://www.ubuntu.com/),Mandriva (www2.mandriva.com/pt/) Ou ainda acessar esse site www.zegeniestudios.net/ldc/index.php?select_lang=true para descobrir qual distribuição se encaixa a seu perfil.


Fonte:  http://softwarelivre-rj.org/2011/quais-as-vantagens-de-se-usar-uma-distribuicao-linux/

Hugo e Vitor

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Detido por espancar porta, jovem diz ser personagem de videogame

Um rapaz de 22 anos, de Ohio (EUA), foi detido por reproduzir a cena de um jogo antigo de videogame, ele saiu pela rua com uma camiseta enrolada na cabeça - onde os personagens do jogo usavam uma bandana.
O rapaz entrou em um hotel e deu socos e chutes em uma porta; abordado pelos policiais ele alegou que era um personagem do jogo "Double Dragon" e que lutaria com qualquer um.
O jovem não foi preso, mas responderá por perturbação da ordem pública.


Ellen M. Kurokawa.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A Internet revolucionando o mundo dos negócios

A Internet nasceu em 1969, nos Estados Unidos. Interligava laboratórios de pesquisa e se chamava ARPAnet. Era uma rede do departamento de defesa norte-americano. Durante cerca de duas décadas a Internet ficou restrita ao ambiente acadêmico e científico. Em 1987 pela primeira vez foi liberado seu uso comercial nos EUA. A World Wide Web nasceu em 1991 no laboratório CERN, na Suíça. A Web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador pessoal.
Em 1995 foi liberado o uso comercial da Internet no Brasil. Nos últimos anos, os internautas brasileiros vem se familiarizando com ela e descobrindo seus benefícios. O e-mail está bastante difundido. As novas gerações já usam a Internet com a mesma naturalidade que usam o telefone.
Como a rede mundial de computadores é muito dispersa, surgiram os portais de comunidades. Ambientes virtuais que concentram conteúdo especializado para um determinado segmento. São freqüentados por pessoas com interesses comuns ou por categorias de profissionais. Nestes sites de nicho de mercado, como o Guia RH e Guia de Logística por exemplo, milhares de pessoas da mesma área podem ler artigos, interagir, buscar fornecedores, pedir cotações, pesquisar eventos e fazer outras consultas.
Por volta de 2000 houve uma grande empolgação. Muitas empresas ponto-com conseguiram capital de risco de investidores para seus projetos de negócios. Muitas delas não conseguiram recuperar o investimento e quebraram. Passada a febre e voltando à realidade, os negócios eletrônicos lucrativos permanceram.
Aos poucos, as empresas vem incorporando a Internet às suas estratégias de negócios. Observamos empresas tradicionais atuando com grande destaque no meio digital como a Americanas, Chevrolet, Natura, C&A, Extra e outras. Em 2002, as vendas virtuais do site Magazine Luiza, movimentaram nada menos do que R$ 48 milhões. O comércio eletrônico no Brasil cresce a cada ano.
Grandes empresas de vanguarda estão contratando profissionais de e-business para gerenciar seus canais eletrônicos. As principais competências requeridas para este cargo são : entender o negócio e a tecnologia relacionada, experiência em desenvolvimento de negócio, liderança, habilidade para trabalhar bem sob pressão e cumprir prazos e talento para gerenciamento de projetos. É muito importante ter visão para atuar como o principal proponente das estratégias de canal de e-commerce da organização e saber tomar decisões rápidas na velocidade da Web.
As empresas vem explorando o potencial da Internet para alcançar melhores resultados. A Internet tem muito a contribuir com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Encontrando o endereço do site no produto adquirido, o cliente pode entrar em contato com o fabricante, fazer suas solicitações e valiosos comentários como críticas e sugestões. Tudo isto sem congestionar as linhas telefônicas. Um recurso útil de auto-atendimento é colocar uma lista de respostas para as "perguntas mais frequentes" (FAQ). O mais importante é a agilidade na resposta para a solução do problema. Através do site é possível conhecer os hábitos de compra dos clientes e fazer um melhor gerenciamento da relação com o consumidor (CRM).
Os negócios entre empresas (B2B, business-to-business), contam com o apoio dos chamados market-places, como por exemplo : ME (Mercado Eletrônico), Websupply, Webb, Mercosul Search, Mercador e Connectmed onde é possível automatizar o processo de compras com grandes benefícios e economia. Através de procura eletrônica (e-procurement) são feitas cotações de preços e transações online.
Existem vários tamanhos e tipos de empresas. Cada uma vem utilizando a Internet de acordo com seu tipo de negócio. Pequenas empresas podem ingressar na WEB fazendo um site grátis no provedor de acesso que assinam ou no HPG e redirecionar o domínio (URL, www) para um nome mais curto no site CJB.NET. Não precisa pagar taxa de registro na FAPESP, nem mensalidade de hospedagem para o provedor. No site a empresa pode informar : quem somos, o que vendemos (catálogo eletrônico), onde estamos e como falar conosco. Um site grátis já é um bom começo para experimentar este aprendizado. O site precisa ser de fácil navegação, rápido carregamento, atualizado, objetivo, com ágil atendimento e divulgado para sua comunidade.
Comprar mailing de milhões de e-mails (maioria são inválidos) e enviar mensagens não solicitadas (SPAM) para qualquer um, só faz  prejudicar a imagem da empresa. É recomendado anunciar em newsletters eletrônicas que  tenham a permissão do usuário cadastrado. Geralmente bons sites apresentam  uma política de privacidade que garante que os dados dos cadastrados não serão repassados a terceiros. Outra forma de divulgar é através de faixas publicitárias (banners) para atrair o interesse do consumidor garantindo uma boa visibilidade e fixação de marca. Anunciar na Internet é bem mais barato do que nas mídias tradicionais e atinge clientes às vezes inacessíveis por outras mídias. O site é mais um canal de vendas que pode atrair clientes de qualquer lugar e a qualquer hora.  É um grande aliado do vendedor.
A  Internet é irreversível e revolucionou a vida das pessoas e o mundo do trabalho. Dependendo da atividade, alguns funcionários podem trabalhar boa parte do tempo em casa ou "na rua" mantendo contato com a empresa através da Internet e Extranet. A Extranet permite o acesso de pessoas autorizadas a informações sobre a corporação mesmo estando fisicamente fora dela. Despesas com viagens podem ser evitadas com o uso de web conferências.
A ferramenta Internet tem muito a contribuir com as várias áreas das empresas : recrutamento (banco de dados de currículos), treinamento (e-learning), compras, vendas, atendimento, marketing, comunicação ...Ela torna as operações das empresas mais ágeis, eficientes e econômicas. Cabe a cada empresa perceber suas oportunidades e agir. 

Fonte: http://www.guiarh.com.br/ac.el.html

Gabriel e Murilo

A importância da Internet nos Negócios

Todos aqueles que estão ligados à negócios, seja atuando em empresas, investindo ou empreendendo, devem estar atentos a uma tendência cada vez mais forte. Pesquisa feita pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil, indica que 57% das crianças entre 5 a 9 anos utilizam computador e 23% delas navegam na Internet. Na faixa dos 10 a 15 anos o acesso e uso da Internet chega a 69%.  E mais: acima dos 15 anos os internautas brasileiros passam 20% de seu tempo navegando na Internet. Todavia o dado mais impresionante é que o aumento de tráfego, em apenas um ano, foi de 51% (dados da comScore, consultoria americana especialista em medição de tráfego na Internet).
Esta pesquisa nos faz refletir sobre o impacto que a web tem nos nossos negócios. Se hoje os jovens usam a web, principalmente, para participar de redes sociais, num futuro muito próximo, estarão usando-a de forma intensa para realizar negócios, pesquisar e comprar produtos, buscar serviços, etc… Está, de fato, sendo construído um modelo mental para que a maioria das nossas atividades seja feita na web.
Se isso é uma tendência, adiar planos de inserir a empresa nas novas tecnologias, temer as redes sociais por não conhecê-las e desconsiderar as mídias digitais como alternativa de divulgação, coloca a continuidade de negócios em risco, especialmente quando os concorrentes, o fazem de maneira mais efetiva.

Fonte: http://www.integraglobal.net/blog/a-importancia-da-internet-nos-negocios/

Gabriel e Murilo