sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Jogos Violentos... Qual o Seu Efeito Nas Crianças e Adolescentes?


Uma pesquisa realizada nos EUA e no Japão, mostrou que algum tempo depois de crianças e jovens jogarem games violentos apresentaram um comportamento mais agressivo.  Foi analisado o conteúdo dos jogos, com que freqüência são jogados e o comportamento agressivo provocado após um ano.
Foi o primeiro estudo realizado em longo prazo nos Estados Unidos, onde foram estudados os efeitos de jogos violentos.
Em ambos os países os resultados tiveram um aumento de agressividade por parte das crianças e dos jovens avaliados.
A conclusão da pesquisa foi que jogar jogos violentos são prejudiciais às crianças e adolescentes.


Ellen M. Kurokawa.

Como a internet pode agregar valor para as micro empresas?

Através da Internet consumidores tem acesso a uma enorme quantidade de novos mercados, agilidade nas compras e a possibilidade de testar produtos e serviços personalizados antes de comprar. E ferramenta extraordinária para:
  •  Pesquisa de mercado: a Internet é uma mídia com capacidade de comunicação de massa e comunicação interpessoal, ou seja, atinge um grande público e, ao mesmo tempo, consegue avaliar o retorno das mensagens junto aos usuários;
  • Treinamento e capacitação dos funcionários;
  • Fornecimento de informações precisas sobre os produtos disponíveis no site e que despertam o interesse de compra;
  • Obtenção de resposta ern menor tempo para atender os clientes;
  • Conhecimento do perfil do consumidor através de pesquisas de preferências feitas no site pela própria Internet, com isso podendo personalizar seus produtos, bem como o atendimento ao cliente;
  • Eliminação de papel (redução da mala-direta);
  • Redução de custos — estudos têm mostrado que o custo do marketing eletrônico pode ser 25% menor, comparado ao marketing tradicional, para o mesmo resultado em vendas;
  • Tomada de decisões de compra;
  • Obtenção de uma base de dados para marketing;
  • Fortalecimento da marca e da imagem da empresa.
A importância da Internet como um catalisador de negócios é consenso geral entre a maioria das empresas do Brasil e do mundo. Para entrar e atuar nessa nova mídia é necessário, porém, definir os objetivos que se quer atingir, conhecer o público-alvo, construir um site bem estruturado e constantemente atualizado e manter o que foi prometido ao consumidor.
A previsão de vários institutos de pesquisa no mundo inteiro chega a uma conclusão comum: a expansão acelerada do comércio e dos negócios através da Internet é inevitável. A Internet chegou ao mundo comercial para ficar, e quem não atentar para isso vai perder em competitividade, terá uma visão muito limitada do seu mercado e uma expansão comercial aquém do que poderia conseguir.
O sucesso na utilização da Internet passa por dois pontos. Primeiro, a percepção de que o potencial comercial da Internet ultrapassa a realização de vendas on-line. Segundo, o conhecimento de que o comércio eletrônico funciona diferentemente do tradicional, sendo, portanto, necessário o domínio do meio eletrônico.

Fonte: http://www.guiaempresario.com/internet-e-a-micro-empresa-uma-revolucao-possivel/
Gabriel e Murilo

Criação e evolução dos negócios na internet

Há muito que o homem usou meios nativos para se comunicar e relacionar-se com e entre as pessoas. A sociedade atual criou muitos meios avançados para aprimorar a comunicação, esses meios alteraram a natureza como as pessoas se interagem atualmente, pois permitiu maior agilidade e expandiu a escala e o proporção da informação.
Dentre esses novos meios de comunicação inventado pelo homem está a internet. Contudo o conhecimento que temos hoje sobre a internet no passado foi visto de forma diferente em outras épocas. Alguns fizeram análises sobre o futuro da internet e muitas dessas previsões aconteceram, contudo em dimensões diferentes.
No início, a internet deveria ter sido uma nova mídia, pois assim a visualizaram quando ela começou no Brasil. A internet foi imaginada como uma plataforma para realizar operações comerciais, pois assim afirmaram que ela seria.

Quando os negócios começaram a dar errado pensaram que ela seria apenas um lugar para colocar sites e finalmente um novo modelo que ficou conhecido como web 2 passaria a ser o centro das atenções na web e disseram que ela era um local de colaboração.
Propaganda, utilidade pública, colaboração, negócios online, cidadania, entre outros. Os adjetivos da internet são muitos e basicamente tudo o que foi dito sobre a internet ela é, contudo não se limita a isso.
De um pequeno blog de utilidade pública a um mega portal de conteúdo há muitas coisas parecidas que em pouquíssimos ambientes pode-se encontrar. Da mesma forma, blogs, sites, portais, sistemas, etc, são parte da mesma tecnologia e por mais que percorram caminhos diferentes, vivem se encontrando, se relacionado e fazendo uma mistura que muitos procuram entender.
O autor é editor do Blog do Luis e de vários blogs onde escreve sobre educação, especialmente sobre curso superior a distância, tecnologias ligadas a internet e gestão de sistemas de informação com ênfase em projetos para a internet.

Fonte:  http://www.ancorador.com.br/internet/criacao-e-evolucao-dos-negocios-na-internet

Gabriel e Murilo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Evento internacional de software livre

Aconteceu entre os dias 29 de junho e 2 de julho de 2011 em Porto Alegre (RS) a 12ª edição do Fórum Internacional do Software Livre(Fisl). Realizado no Centro de Eventos da PUCRS, na capital gaúcha, o evento trouxe palestras, oficinas e exposições para programadores e usuários de programas como o Linux.

Promovido pela Associação do Software Livre (ASL.Org), o evento teve mais de 450 atividades e reuniu mais de 8 mil pessoas neste ano. O tema da edição foi a neutralidade da rede.

Entre os palestrantes que irão marcar presença no fisl12, como foi batizado, está Jon "Maddog" Hall, presidente fundador da Linux Internacional e umas das figuras mais importantes do movimento que defende o uso de software livre.

Site oficial do evento http://softwarelivre.org/fisl12


Hugo e Vitor

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Software Livre - 19/08/2011 - Android: Livre ou não livre... eis a questão

Um estudo realizado pela empresa de consultoria e pesquisas VisionMobile, sobre sistemas operacionais e softwares de código aberto em geral, revelou que de todos os sistemas operacionais analisados, o Android é o menos aberto de todos, ou seja, o menos livre para manipulação por parte dos programadores. O Android foi comparado ao Eclipse, ao Linux kernel, ao MeeGo, ao Firefox, ao Qt, ao Symbian e ao WebKit.


Fonte (em português): http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/android-e-o-mais-fechado-diz-pesquisa-05082011-10.shl

Fonte (em inglês): http://www.visionmobile.com/blog/2011/07/the-open-governance-index-measuring-openness-from-android-to-webkit/

Hugo e Vitor

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Regulamentação das profissões na área de informática

Regulamentação das profissões na área de informática



Pretendo ser breve neste artigo, até porque ele é mais como informação para que todos os interessados possam acompanhar de perto o Projeto de Lei em questão que irá afetar todos que ganham a vida de alguma maneira através da Informática.



O Projeto de Lei do Senado (PLS) n°00607 que tramita desde 23/10/2007 vai regular o exercício da profissão de Analista de Sistemas e atividades relacionadas com a informática, ou seja, quem trabalha de alguma maneira em alguma atividade relacionada com a informática terá a sua vida afetada, inclusive você que ganha a vida como programador e/ou Web Designer.



Se você conhece um político, é hora de falar com ele, pois estamos em ano de eleições.



Não vou transcrever aqui os artigos do projeto. Quem tiver interesse veja o texto do projeto de Lei, na íntegra, no link relacionado no final.



Há duas correntes querendo decidir sobre como deve ser a regulamentação de quem trabalha com a informática neste país: uma é a do Projeto de Lei em questão que pretende regular a profissão através da qualificação profissional. Mas o projeto também prevê que, quem já trabalha no setor, poderá se beneficiar sem ter a qualificação. Entenda-se por qualificação profissional a formação em cursos superiores e cursos técnicos. O projeto extrapolou suas atribuições ao incluir no texto a criação dos Conselhos Nacional e Regionais de Informática, atribuição esta que é exclusiva do Presidente da República. Todavia, essa parte do texto foi retirada durante a tramitação, mas ficou a dica para o Presidente.



Tais Conselhos seriam criados nos mesmos moldes dos vários já existentes Conselhos Regionais: CRM (Conselho Regional de Medicina), CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), CRC (Conselho Regional de Contabilidade) etc.



Sendo aprovado o projeto e sancionado pelo Presidente da República, a criação dos Conselhos Regionais de Informática será inevitável. No meu modesto modo de ver, isso é uma coisa boa. Abrir-se-ão novos campos de trabalho, agora legalizados. As assistências técnicas deverão ter obrigatoriamente um Analista de Sistemas assinando seus laudos técnicos e pareceres do mesmo modo que uma farmácia precisa de um Farmacêutico responsável, do mesmo modo que um laboratório de química precisa de um Químico responsável, do mesmo modo que uma planta baixa de uma construção precisa da assinatura de um Engenheiro Civil (aliás, as construções civis, após sancionado o projeto, precisarão oficialmente das plantas de redes assinadas por um Analista), pois a Lei determina que essa atribuição é exclusiva do Analista, sendo que o Técnico pode elaborar o laudo ou o parecer, mas não pode assiná-lo (esse é o único ponto que eu tenho contra o referido projeto. Acredito que alguns pareceres o Técnico poderia assinar).



Na prática, os analistas poderão abrir seus próprios escritórios como todo bom profissional liberal.



A outra corrente, liderada pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação) defende a autorregulamentação da profissão nos moldes da área de propaganda com o seu CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). A propósito, por ocasião da proibição da propaganda de cigarros nos meios de comunicações em massa (rádio, televisão etc) o CONAR e a ABIFUMO (Associação Brasileira da Indústria do Fumo) foram, na época, os dois únicos órgãos que se posicionaram contra, ou seja, queriam que as propagandas continuassem. Um Conselho de Autorregulamentação, por sua natureza, deve primar pela ética e pela defesa da sociedade. Não fosse o Ministério da Saúde, as propagandas de cigarro não estariam proibidas.



Não sou muito favorável a essa proposta de autorregulamentação na área de informática com meia dúzia de gente ditando e mudando regras como bem querem e decidindo o que é melhor ou não para mim. Acredito que, com leis e regras bem definidas, o setor ficará melhor. Até porque se um dia eu não estiver contente, mas a profissão estiver regulada pelo governo, posso recorrer ao Poder Judiciário ou ao Ministério Público (órgãos ainda de confiança neste País). É claro que, com um conselho de autorregulamentação também poderei fazer isso, mas as regras não serão bem definidas e ficará mais difícil para um Juiz decidir, em caso de pendenga judicial.



Imaginemos agora que já tenha um conselho de autorregulamentação em informática instituído neste País e que, lá pelas tantas, tenha que ser tomada uma decisão na área, decisão esta, análoga em polêmica à proibição da propaganda de cigarro, e que em vez da ABIFUMO, seja a Microsoft fazendo lobby em cima do conselho de autorregulamentação. Lembrando que a área de informática não afeta diretamente a saúde das pessoas.



A ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), organização que não prioriza o software livre, está por trás da SBC. Aliás, várias empresas associadas da ASSESPRO são conveniadas com a Microsoft.



A maior alegação da SBC e da ASSESPRO é que o projeto, se for aprovado, criará reserva de mercado. Mas isto não é verdade uma vez que já existe essa reserva de mercado e ela foi criada pelas próprias empresas do setor de TI, pois preferem contratar Analistas com curso superior e Técnicos com curso técnico.



A Aprovação do projeto será benéfica para o setor, mas um conselho de autorregulamentação trará um futuro nada promissor para o setor de informática no País.



Com a recente aprovação da medida provisória nº472/09, o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública vinculada ao Ministério da Fazenda, tornou-se a prestadora exclusiva de serviços de TI aos órgãos da Administração Federal. E é público e notório que o SERPRO prioriza o software livre, sendo que até marcou sua presença na 11ª edição do Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre-RS.



Contudo, polêmicas à parte, deixo abaixo, para você mesmo(a) decidir, o link da proposta da SBC, o link do Senado Federal onde você pode fazer o acompanhamento da matéria recebendo as tramitações no seu email e o link do site Jurisway onde tem, bem explicado, como se dá uma tramitação de um projeto de Lei (é só clicar em: Iniciar Curso).



Site da SBC: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107



Site do Senado onde você pode fazer o download do texto da Lei e clicar em: 'Selecionar para acompanhamento' para receber as movimentações no seu email:

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82918



Fabrício.

Regulamentação da Profissão na área de informática.

Regulamentação da Profissão na área de informática.




Muito se discute sobre a regulamentação da profissão de informática. Recentemente nas listas de discussões da SBC, esse assunto voltou a ganhar destaque devido ao fato de alguns concursos, para universidades federais, estarem exigindo graduação em informática, e ignorando pós-graduações, mestrado ou mesmo doutorado na área de TI.

Se por um lado, a regulamentação prejudica os programadores auto-didatas, e beneficia os graduados, com a diminuição concorrência, por outro lado o graduado em TI terá um piso e um teto salarial, que convenhamos, não é interessante.

Mas, existe uma outra ótica…

Quando uma pessoa entra na sala de cirurgia para operar o joelho esquerdo, e acorda com o joelho direito operado, por pura distração do médico, este médico pode ser punido. E quando acontece, a punição serve como alerta para que os outros médicos tenham muita atenção ao desempenhar seu trabalho.

Agora pensando na nossa realidade. Quando um software responsável pela controle do tráfego aéreo falha, de quem é a culpa? E se isto for a causa de um acidente com centenas de mortos, de quem é a culpa? Quais as atitudes para mitigar esse risco? Se não há cabeças transpassadas por lanças, dispostas pelo nosso caminho, quem temerá errar? Quem se preocupará com “detalhes” na hora de implementar um software. Ao meu ver, um software como o utilizado pelos cindactas, deve sim passar por um crivo bastante rigoroso, antes de ser liberado para uso em produção. Porém nem todo software é crítico…

O que eu estou querendo dizer aqui é o seguinte: Se querem regulamentar a profissão de informática, por que não começar aos poucos? Seria uma boa ideia começar por exemplo com sistemas críticos, que envolvam risco à vida, como software de controle de freios ABS, controle de tráfego aéreo, software de medicina à distância, e por aí vai. Pode-se incluir também nessa lista, sistemas governamentais, como o do imposto de renda, ou da urna eletrônica, que envolvam aspectos inclusive da soberania nacional. Para tanto seria criado um nível de analista de software, capacitado a desempenhar estas atividades. O Analista de sistemas cíticos. Este profissional seria capacitado a desempenhar técnicas de métodos formais e cálculo de programas, e todo sistema desse porte deveria ser homologado com um selo do conselho regulador desta profissão.

Ok! Aí eu concordo! Assim seria possível, atribuir responsabilidades quando necessário, sem tirar o sustento de tantos profissionais que dependem da TI, para levar o leite das crianças pra casa.



Fabrício.