sábado, 3 de dezembro de 2011

"Saiba Mais" - Direito Autoral


 "O que é Propriedade Intelectual?..."

No quadro "Saiba Mais", o advogado especialista em Direito Autoral, Luciano Andrade explica o que prevê a Lei do Direito Autoral e como as novas tecnologias interferem na pirataria.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=blS0QHLrjJ

-Ulisses 


Yahoo! pagará US$ 28,4 mil por infringir direitos autorais

O Yahoo! não teve tanta sorte quanto o Baidu.com  (21/12/07) 

Uma corte de Pequim rejeitou nesta terça-feira (20/12) o apelo do Yahoo China contra uma multa de 28.400 dólares por infração de uma lei de direitos autorais de 2006.

O processo, iniciado em janeiro deste ano pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), acusou o Yahoo! China por infração de copyright ao oferecer ilegalmente downloads de músicas.

Após considerar o Yahoo! culpado, a corte impôs a nova multa, bem menor do que a inicial de 710 mil dólares, imposta pela IFPI na abertura do processo.

O grupo culpa estes sites pela queda nas vendas de músicas na China, que representam menos de 1% do total das músicas gravadas mundialmente. A federação estima que 99% dos downloads de faixas no País sejam ilegais.

Baidu.com

Outro processo, preenchido pela IFPI contra o mecanismo de busca Baidu.com, resultou em vitória para o buscador.

Embora a IFPI tenha apelado, seu pedido foi rejeitado também nesta quinta-feira (20/12).

Segundo a IFPI, a vitória do Baidu.com se deu porque o julgamento ocorreu com base em leis antigas de copyright.


Fonte: http://codigofonte.uol.com.br/noticia/yahoo-pagara-us$-28,4-mil-por-infringir-direitos-autorais

-Ulisses

Direitos Autorais (Animação - Curta Metragem)


Trata-se de um trabalho desenvolvido por Jonatan Sarmento para a cadeira de ética do curso de Comunicação Digital.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=o9nvl0lmzuY

-Ulisses

Especialistas debatem direitos autorais na internet

Seminário aborda mudanças necessárias na propriedade intelectual.
Encontro é parceria do Globo Universidade com a USP.

  por Rosanne D'Agostino Do G1, em São Paulo (15/09/11)

                          Seminário foi realizado na Faculdade de Medicina da USP 
                                            (Foto: Rosanne D'Agostino/G1)


O direito autoral na internet foi um dos temas abordados nesta quinta-feira (15) no seminário Propriedade Intelectual em Foco, encontro de especialistas na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) promovido em parceria entre o Globo Universidade e a USP, na capital paulista.

O objetivo do seminário foi o de promover a reflexão do tema diante da difusão massiva de conteúdo na internet e de outros dispositivos que permitem o compartilhamento de informações, entre elas, músicas, filmes e vídeos, desafio que envolve a propriedade intelectual, liberdade de expressão e acesso à cultura.

Especialistas de diversos setores foram convidados para apresentar seus pontos de vista, em especial, o de como fazer valer os direitos autorais na internet. Mediado pelo repórter da TV Globo José Roberto Burnier, o encontro foi aberto pelo gerente jurídico da emissora, Carlos Araújo. “É um tema importante para o Brasil, discutir a legislação autoral. Há, sim, que se cortejar novas mídias, mas com bases sérias, bem fundamentadas, respeitando o direito autoral”, defendeu.
 


Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/09/especialistas-debatem-direitos-autorais-na-internet.html

-Ulisses

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O vício em games e seus efeitos no indivíduo e na sociedade

O avanço tecnológico tem inúmeros benefícios para a sociedade, mas tem também seus efeitos prejudiciais. Os jogos eletrônicos já são parte de uma série de coisas no entretenimento de crianças, jovens e adultos, segundo os especialistas.
É importante perceber a tênue linha que separa uma atividade saudável de um perigoso excesso. Alguns casos recentes podem dar uma pequena mostra do efeito que os games provocam quando em abuso. Situações nas quais o indivíduo passou a adotar algum comportamento violento, a negligenciar suas responsabilidades, ou até mesmo abandonar o convívio com amigos e parentes para se dedicar ao videogame são clássicos comportamentos de pessoas com problemas de vício.
A violência motivada pelo vício são complicações sociais e de saúde que estão aparecendo cada vez mais, tanto em páginas de saúde quanto tecnologia. Os casos relacionados ao vício em games vão desde simples problemas médicos até dramas que fariam inveja a qualquer escritor de ficção.
Na opinião dos especialistas, o estudo dos efeitos de seu abuso é relativamente novo. No Brasil, o Dr. Daniel Spritzer,um psiquiatra especializado no tratamento de crianças e adolescentes, estuda principalmente a relação dos usuários com a internet e os jogos eletrônicos. Segundo ele, “não há sintomas diretos para que pais percebam um problema de dependência e esta dependência tem de ser identificada por meio de sintomas”, que costumam ser parecidos com os da dependência química, como modificação de humor e euforia, aumento da tolerância aos jogos, efeitos de abstinência, conflitos com amigos e familiares e eventos de recaída.
Porém nem todo jogo é ruim, um estudo realizado pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, revelou que crianças e jovens que se entretêm com games tem uma maior tendência de processar informações de forma rápida e precisa, o que vale tanto para as respostas motoras quanto para os processos cognitivos
Frente a tudo isso, cabe aos familiares, portanto, a observação do comportamento dos jovens e adultos gamers, de forma a evitar que o entretenimento, que pode ser usado de forma bastante saudável, venha a causar malefícios.


Ellen M. Kurokawa.

sábado, 26 de novembro de 2011

Direito Autoral (Série TV Brasil)

  
"Reportagem da Catarse : Coletivo de Comunicação sobre a permanência da propriedade sobre a arte em tempos de digitalização dos conteúdos e facilidades de compartilhamento de informações."

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=g62-cP_tPSk

-Ulisses

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Por que um software não deveria ser patenteado?


Patentes de software não são concedidas no mundo todo. Na União Europeia, por exemplo, software não pode ser patenteado. No Brasil, vale o mesmo: uma invenção que não possa ser fabricada ou produzida não é patenteável. Existem exceções: por exemplo, caso o software esteja bastante integrado ao hardware, a patente é concedida ao conjunto. (Isso vale para maquinário de indústria, por exemplo.)
O maior problema está nos EUA, onde as patentes de software foram gradualmente sendo aceitas ao longo das décadas de 80 e 90. Lá, existia a mesma exigência de software integrado ao hardware para conceder patente, mas a exigência foi sendo relaxada. Como explica Nilay Patel, “o ‘componente de hardware’ requerido foi dissolvido em nada mais que uma estrutura de dados escrita na memória física de um computador”. Agora, mais de 15.000 patentes de software são aprovadas anualmente.
E o USPTO, órgão americano que concede patentes, tem hoje diversos problemas. Dan Ravicher, diretor-executivo da Public Patent Foundation, lembra que o órgão é financiado pela aplicação de patentes – ou seja, ele é “incentivado financeiramente a emitir patentes“. E isso vale mesmo para os examinadores de patente, que ganham mais à medida que fecham a análise de cada patente. Só que, segundo Ravicher, é mais fácil aprovar uma patente do que rejeitá-la: negar um pedido de patente geralmente envolve lidar com volumosos contra-argumentos de quem fez o pedido. 
Resumindo: o consenso é de que as patentes atrapalham o desenvolvimento de software, em vez de estimular a inovação. Então vamos nos livrar delas! Não tão rápido: Timothy Lee, da Forbes,lembra que “invalidar patentes de software a este ponto seria intensamente controverso” – seriam centenas de milhares de patentes simplesmente anuladas, em um só golpe. É meio irrealista querer que isto aconteça de vez.
Podemos pensar em uma solução gradual, no entanto. Nilay Patel lembra que, nos EUA, não existe uma categoria separada para patentes de software: programas, algoritmos e elementos de interface são patenteados da mesma forma que máquinas e dispositivos, apesar de custarem menos para criar e distribuir. E o monopólio para explorar uma patente dura 17 anos nos EUA, uma eternidade no que se trata de software.
link: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/por-que-software-nao-deveria-ser-patenteado/

Hugo e Vitor